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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Nova Hermenêutica?

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Al-Quran, ou Kitab Allah. A base de muitas das  interrogações, sobre o que se passa, neste momento,  nos territórios árabes...Hoje recordei a Oitava Sura, com os seus 75 ayats. Trata-se de uma Sura compilada depois da batalha de Badr. Porque o islão, mais do que um texto sagrado é uma forma de vida. Serão pois de de esperar novas hermenêuticas, creio...resta saber quais.

1 comentário:

  1. O islão é de facto uma forma de vida que consiste - na real acepção do mesmo da qual o Corão não deixa mentir - em matar, impingir e submeter quem quer que seja à adoração do deus da lua do panteão árabe de Meca pré-islâmico e que se chama Alá (islão significa literalmente submissão). O islão é a criação satânica (conforme está escrito nos Salmos, os deuses dos pagãos são demónios) mais prodigiosa e bem sucedida do mundo na medida em que faz com que milhões de pessoas - os muçulmanos sujeitos à criação dum mercador de camelos pedófilo e assassino em massa - acreditem piamente que o que estão a fazer em nome dela é a coisa certa, nem que para isso tenham de matar e cumprir os desígnios da seita: expandir e fazer de todo o mundo um enorme califado. Mais do que uma "religião" (ou anti-religião ou falsa religião), é toda uma ideologia política com fins expansionistas que quer impor de facto um modo de vida - através das bárbaras leis da "sharia" - e o seu grande sonho de conquistar finalmente a Europa, e transformá-la em Eurábia, nunca esteve tão próximo como está actualmente. Já Khadafi - cujo país não foi apanhado pelo efeito dominó no mundo árabe (pelo menos ainda...) - afirmou que o islão irá dominar na Europa sem ser necessário haver guerras. E tem razão, pois é isso que indicam os indicadores demográficos (taxa de fecundidade de 1,3 por mulher na Europa contra média de 8 filhos por mulher muçulmana; crescente aumento da população muçulmana no continente) e, aos poucos, sociológicos, com a crescente influência dos muçulmanos no modo de ser da civilização ocidental (até já devemos andar a comer carne "halal", ou seja, carne de animais abatidos de forma bárbara e abençoada previamente pelos imãs de acordo com a "sharia").
    Os anti-valores da esquerda está a fazer com que a Europa - e o Ocidente em geral - perca aos poucos a sua identidade. O abandono e o repúdio à fé cristã, que possibilitou a civilização ocidental, está a deixar aberta a porta aos invasores islâmicos. A grande diferença em relação aos tempos passados é que agora já não existem os cruzados, esses malditos!, para nos protegerem novamente da invasão muçulmana...
    Perante isto, só vejo, porque é nisso que eu acredito piamente, um dos dois seguintes panoramas: ou acabaremos islamizados, ou a direita - a verdadeira direita - cresce e o Ocidente reage enquanto é tempo, despertando a consciência para a ameaça que é de facto real mas que parece incomodar ainda pouca gente. O que actualmente vejo é que os que querem lutar contra o que parece ser inevitável (o suicídio da Europa) são poucos, muito poucos... e são perseguidos.
    E depois ainda há quem torça o nariz em relação às profecias bíblicas...

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