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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Escreve Desalmadamente

Desarruma as palavras. Alinhava desenlaces, nas curvas da imaginação.
Ontem nasceste poeta. Hoje cronista.
Amanhã  serás, certamente, e de novo, contador de histórias. Dessas que só se encontram dobradas em mil, nos cantos da memória.

Nas mãos debruças silêncios e palavras. Escorregam-te sílabas pelo antebraço...que não seguras. A não ser no último instante, entre o polegar da brevidade de uma contracção e o indicador, propositadamente operante.
Ofegante de sílabas e ainda e suspenso de parágrafos. Inacabados, na angústia do peso certo e do lugar certeiro.
Não há lágrimas no teclado. Risos contidos em suporte de caractéres, senão estes,  desalinhados...
Mas é mesmo assim...Anda...escreve
Não tenhas pena do que não encontras, nesses caminhos intrincados das coisas que se querem contar
Não te rendas!
Escreve sempre: eterna e desalmadamente.



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Chamem os yuppies!...



Onde estão eles? Os yuppies?
A geração que recuperou o casaquinho assertoado azul escuro e, lhe fez "mix" ao colete do avô, para dar um ar mais "maduro".
A geração que conseguiu acabar com a peúga em Portugal e "reabilitá-la" a pontos de a tornar compatível com um sapatinho church. Com ou sem berloque. De camurça, até,  no último piso, pasme-se!
A geração que do balcão cinzento do banco do Sr. Ferreira da minha rua,  plantou cogumelos coloridos, capazes de transportar qualquer mulher a dias para as Caraíbas,  num lapso de segundo.
Uma pensão de província tranformava-se por artes mágicas e, dois ou três contra placados, num "quase" Hilton .
A receita era simples...um turn down. Un turn off. Um turn qualquer. Et, voilá! Estava tudo fresco outra vez!
Nunca uma simples apresentação a um cliente teve foros de "análise psicotécnica"...até terem chegado. Gestos estudados, passos medidos, mãos posicionadas. A linguagem das cores, dos gráficos em power points a roçar a "guerra das estrelas" nos "efeitos especiais".
Se alguma coisa corria mesmo mal, o que era quase impossível, alavancava-se e pronto.
Os modestíssimos Alfa Romeu dos sonhos dos nossos pais, transformaram-se pelas artes do leasing em BMW's para toda a gente. Até não caberem mais. E em lado nenhum
Dedicavam-se todos a cosas giríssimas: agências de rating, Sociedades de Avaliação. Eram consultores, mediadores."Transaccionavam", "operavam". "Gerencionavam".Trouxeram até a Zara para deleite das senhoras e, a neve para entreter os petizes, longe da maçadora e anti higiénica  areia.
Foi todo um mundo novo. Eles eram os Conquistadores...ou será que eram os piratas?
E agora...que eram tão precisos...desapareceram todos!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Qual será o limite?

A Chanceller Alemã, "sugere" a perda de soberania para os países que não cumprirem os critérios de estabilidade.

 AQUI

Flores


Hoje, ofereço-me flores.
Um braçado delas,
A guardar numa jarra,
Com a água dos olhos,
que sabem olhar.

As cores vão mudar.
Eu sei.
Dos escarlates das sombras de Outono,
Aos restolhos pálidos, a saber a Estio
Mas as flores,
essas,
não as deixarei murchar.


sábado, 24 de setembro de 2011

As coisas invisíveis


Há que escolher! Rápido!
As primeiras são de correias, ensebadas à antiga, com muitos quilómetros e algumas escorregadelas.
As segundas são à prova de tudo. Menos de esforço. Adaptam-se bem ao  terreno, qualquer que ele seja, desde que seja plano e, são impermeáveis de origem. Alijar com um  kilo de bota em cada pé  é que é muito mau. Sobretudo para quem não tem assim tantos.
As primeiras , escorregam pela erva abaixo que é um dó...e agora há muita folha...
Mas porque é que eu não comprei daquelas giras, em "tom camel" que servem para estar quieta, visto que não são à prova de nada e ficam um nojo assim que entram num terreno qualquer? Eram essas que eu tinha que comprar!

Quem sabe se é melhor deixar funcionar com a tal intuição feminina...e,  levar todas! E depois...logo se vê.
Os homens, nestas alturas, enchem uns sacos hiper práticos, de vento, e as botas acertadas! O meu, está cheio de tudo...e de nada. Sendo que nem sequer e prevêem coktails e afins...mas é isto: os armários não têm nada lá dentro! Não sei como é..mas não têm nunca nada lá dentro. Ou se têm é tudo invisível!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Ikea vítima de chantagem


Uma notícia impressionante: O Ikea, esse paradigma da transformação dos móveis em "paletes de qualquer coisa prensada", diz-se vítima de chantagem...
Parece que alguém que por bombas no Ikea e ficar a ver a serradura espalhar-se  no ar...as lojas estão à mercê, portanto. Todo o cuidado é pouco.
Achava eu que nesta altura do campeonato, já nem havia lojas...um mero acerto no GPS de cada cliente e estava indicado o caminho para a àrvore mesa, a árvore estante, a árvore, canapé. Depois era só rumar directamente à fonte e trazer a "palete" respectiva, a aparafusar de acordo com as instruções.

A última experiência que tive relativa ao  Ikea, foi um telefonema desesperado já noite adentro:
_Vem-me cá ajudar com esta porcaria toda! Amanhã chega o Carlos e queria ter a estante...
Lá fui...para uma noite de assombro e frustração com as "paletes" a tentar fazer de conta que um dia seriam  capazes de se transformar na estante da fotografia, mercê de um aparelhómetro manual com cinco centímetros de comprido, que garantia o milagre.
O sol nasceu e o milagre não se deu.
Acabámos a croissants com queijo, a dizer mal da vida, com os homens do "departamento SOS Ikea", pagos a peso de ouro ( lá se foi a diferença) a fazerem o impossível. Mesmo assim, reparei que no fim sobrou um parafuso...
-Então e este?
Esse? Esse não é muito importante. Pode "até", ficar de reserva...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Comboio de uma linha só



O governo decidiu, está decidido!
É quase como um voltar aos velhos tempos do "testemunho" com o Douro à vista.
Para fazer face aos custo...o TGV avança...mas numa linha só.
Agora é escolher: ou se vai, ou se volta.

domingo, 18 de setembro de 2011

Mudam-se os Tempos

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
(Luís Vaz de Camões)

Foi a pensar, já certamente na minha avó e em toda uma geração de senhoras cultas, interessantes, distinguidas  pela Universidade de Coimbra. Nessa altura,  reduto quase  absoluto, de doutores de calça riscada e chapéu, que o Luís de Camões, escreveu este soneto. Mais tarde, materializado, no cenário do Chiado, às quintas feiras.
Falo das quintas feiras, porque era às quinta feiras, longe já do início de semana sempre atribulado no que à organização doméstica dizia respeito. E,  não ainda, demasiado perto, do descanso merecido de crianças e maridos, mais as folgas do "pessoal", que se descia calmamente a "Avenida".
Ia-se a ver os "figurinos". Fazer os avios respectivos, maçar-se na modista, para enfim, descansar à hora do chá na Benard.
Não sem antes, se ter passado por este  "Au bonheur das Dames", onde se perfilavam as luvas, as capelines, as meias de seda e traço fino, a manter alinhado ao longo da perna. Trazidas sempre, sem excepção alguma, de Paris. Só isso justificava o deslumbramento do preço.
Mas os tempos mudam...as exigências são outras e, há que acompanhar.
Pelo que o Paraíso prometido, se rendeu à quase indescutível presença do "Senhor Cafézinho".
Tarde no Chiado, passou então a ser tarde de cafézinho. Devidamente encapsulado e normalizado, perante o sorriso cúmplice do omnipresente,  (a raiar a exaustão!)  "amigo" Clooney. Ele há gostos para tudo...
Pela minha parte e como cá em casa o café contínua a ser de aroma e lote, cafeteira ou balão, para as visitas. Eu não gosto, a não ser mesmo em aroma, sinto-me felicíssima, por na porta ao lado...sem perder quase nada do bonheur, me poder deliciar com noz e nata. Nata e nata. Nata e avelã. Nata e Caramelo.
Fica só um pequeno reparo, de quem não gosta de gelado de chocolate, nem de morango, nem de frutas de espécie nenhuma...que abundam, em detrimento dos ditos "sabores quentes".
Já agora Eduardo Santini  não havia pistachio. Nunca há. É aquele gelado verde, com um sabor entre os velhinhos "Rexina" e "Lux", que não faz as delícias de quase ninguém...mas faz as minhas.
Também não havia um "must"...e este, já  sem a desculpa dos sabonetes e, ausência de reparo em gelataria de renome e fama Mundial:  Rum. Ou,  na ausência do mesmo, Zuppa Inglese.
Mas Santini é sempre Santini e Bonheur é sempre Bonheur !


Registo também a  minha estranheza perante esse "fusionamento" dos gelados Santini com o "Melhor Bolo de Chocolate do Mundo"  Muito arrumadinho, é certo. E,  em lugar próprio, para turista ver. Mas a fazer lembrar uma sugestão de gnocchis com lasagna...para mim, gelado é com barquilho e copo de água s.f.f.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Bailinho da Madeira



Na extraordinária performance daquela senhora que um dia se foi com uma malinha de cartão e veio de lá com...um milhão. Não se sabe muito bem como nem porquê, mas isso é o que menos interessa.

O que reza para a história é que saldou as dívidas todas e ainda fez umas extravagâncias na baixa (na altura não havia centros comerciais)

Fica aqui o meu humilde contributo para a multiplicação do que houver a multiplicar, em estilo e em força, por forma ao bailinho não ter como consequência uma nova Atlântida.
Não batam é com muita força com as botas no chão...

Haja maneiras





Haja maneiras. A senhora não é gorda, A Senhora é forte.
Nada que uma balança e uma boa dieta mediterrânica não resolvam.

A crise tem destas coisas...favorece a elegância.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Lágrimas de Crocodilo





A coisa não está fácil para algumas marcas.
A Lacoste,  em especial, que se debate com o facto do autor confesso dos massacres de Oslo e da ilha de Utoya, não abdicar da sua vasta colecção de crocodilos, sempre renovados, a cada aparição pública.
Não surtem efeito, sequer, as intervenções junto da polícia Norueguesa. E a contra publicidade faz-se a cada minuto.
aqui  ou aqui

Para  a  Abercrumbie & Fitch as coisas estão ainda piores, mas desta feita por motivos muito mais divertidos aqui

Não era isto que era suposto.
Nada disto foi contemplado pelos criativos, em anúncios "raffiné", de gente gira e cavalheiros de porte, pagos a peso de ouro.

Acontece que estes, também compraram a roupinha, pagaram-na. Pelo que nada mais resta às marcas senão aguentarem-se...

Há alternativas...boas! Muitos boas! Os que criam de raiz os seus próprios trapinhos. Assentam-lhes sempre que nem uma luva. (disponibilizado on line e tudo) aqui

Ou então, dizerem que foi tudo inventado...na feira de Carcavelos

domingo, 11 de setembro de 2011

Amigos

Não exigem
Não cobram
Não agridem                                                                          Não abandonam
                                                                                              Não ajuízam
                               
Não intrigam
                                Não falseiam
                                 
                                                               Não injuriam      


São capazes de
ouvir
dar
amar
compreender
perdoar
simplificar
ajudar


ou simplesmente...estar

                                             São tão raros...Caso não sejam cães!




(as fotografia são do fotógrafo Mário Castello. O cão também: chama-se guizo)
                                                                                     

                                                       

Janela


Debruço-me na varanda,
de costas para a janela.
Não encontro o luar...
Nem o poderia encontrar.

O sol põe-se de frente.
A lua abraça o poente,
E partem,
Para dançar.

sábado, 10 de setembro de 2011

Vincent - especialista de danças em amarelo



São amarelos. Profundamente e profusamente amarelos. Com uma luz tão própria que em nenhum caso os vemos à procura de outra. Como seria natural, em se tratando de girassóis.
E não são só os girassóis.
A casa é amarela. Os prados, as flores, os pigmentos, a luz..sempre amarelo.
O Amarelo de Vincent...com origens prováveis numa xantopsia. Directa ou indirectamente, ligada à tujona, presente no absinto consumido sem moderação...juntamente com a complexidade mental, do que hoje se poderia certamente enquadrar numa qualquer patologia do foro da personalidade, mais do que no esquizóide, como a época fez crer...fizeram-no assim: especialista de danças, em amarelo.
Do pontilhado, à pincelada solta, corrida,  em espiral...
Ignorado pela crítica, foi a enterrar, da forma como sempre sobreviveu: num compasso de girassóis.



Do tempo dos Cavalheiros

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Tempo

São frases batidas, as de que não temos tempo.
As de que o tempo passa depressa demais e não deixa fôlego para...mais tempo.
As de que não se fez o que se devia ter feito, no tempo preciso.
As que o tempo se escoou...por um funil de minutos e segundos que somados a horas, se  fizeram dias... Passos apressados. demasiado apressados em direcção a lugar nenhum
O tempo: na sua inexistência suprema, entre o passado que é memória e o futuro em projecção.
E nenhuma frase sobre o presente...
Para onde correm eles, afinal ?

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Ai que bem que me sabia



Então não é que o Roberto Carlos canta hoje em Jerusalém, com dois telões de 4 por dez (qualquer coisa como um prédio de 4 andares) e o o cenário original todo iluminado, estas xaropadas que tanto alento dão à alma...e eu aqui!

Mas não está tudo perdido...dedicado a todas as blogueiras e demais convidadas neste espaço cultural/ lúdico/criativo/ a maior "canção do bandido" da vida e, de toda a gente. Desde que há memória! Usufruam meninas. Em se acabando este...já era!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Pérolas

Não há duas pérolas iguais.
Mesmo  se semelhantes e, escolhidas pela cor e formato, para assentar no fio que as fará colar, nunca serão rigorosamente iguais.
Haverá sempre uma mais baça e outra, que irradia felicidade.
Uma que rola serena, na palma da mão. E outra, que mal se deixa manusear.
Uma vez  a uso, poucos ou nenhuns notarão a diferença.
Serão pérolas, ladeadas de outras pérolas e, de mais pérolas.
A isto: chama-se cultura.
Foram feitas assim, para serem parecidas , mesmo que diferentes. Para poderem, parecer, parecidas.
Uns anos antes, alguém encheu os cercados de ostras, exactamente do mesmo calibre para depois, uns anos mais tarde, se fazerem colares.
Há  no entanto, aquelas, que ao  nascerem  espontâneas, apanhadas a pulso, aqui e ali, se fizeram raras. Espera-lhes  por isso, uma liberdade diferente: nunca serão iguais.
Quando muito conseguiremos juntá-las num mesmo rosto, paralelas ao mesmo olhar e, mais nada.
Livres de fios e soltas de fechos. Deslumbrantes. Serão sempre estas, as autênticas, que nos farão sonhar.

Numa Máquina de Algodão


Um dia vou ter uma vida assim.
A rodopiar ligeira numa máquina de algodão.
Afinal, é suposto ter, e eu não sabia.
Uma vida que não se repita
Que não altere
Que não canse
Que não desgaste
Que não chore.

Uma vida cor de rosa,
numa máquina de algodão.
Sempre doce.
Constantemente doce.
Absolutamente doce.
Mesmo quando o açúcar se desfizer,
à velocidade que todos os açúcares se desfazem.

Há uma coisa que nunca vou esquecer: de lavar a máquina e recomeçar
Sempre
Todos os dias,
De um cor qualquer.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Peace & Heaven



Ainda por cima com descontos e, a toda a hora , é coisa que nos dias que correm,  não se pode desaproveitar!

sábado, 3 de setembro de 2011

Corcel de Caneta Mansa



Aquieta-te.
Agora.
Não penses que te vou deixar extravasar a memória,
Florear a paisagem vivida,
Como se de um canteiro esvaziado de cores.
Pasto para a tua tinta azul a imitar o mar...
Olha, traça devagarinho as pegadas marcadas
Nas das linhas da existência.
Quem sabe deixo-te (es)correr,
Inerte.
No limite absurdo do meu palco
E do teu pequeno papel.

Sorbonne - Philoshophie 2011/2012

Parece que as aulas começam já na segunda feira...

  • Jean-Louis CHRÉTIEN, Professeur d’histoire de la philosophie de l’antiquité tardive et du haut moyen-âge,
  •  Michel FICHANT, Professeur (émérite) d’histoire de la philosophie moderne,
  • Ruedi IMBACH, Professeur d’histoire de la philosophie médiévale,
  • Jean-Luc MARION, Professeur d’histoire de la philosophie moderne et de métaphysique.
  • Jacques DARRIULAT, Maître de Conférences (HDR) philosophie de l’art, esthétique.
  • Fabien CHAREIX, Maître de Conférences, philosophie des sciences et de la connaissance,
  • Claude ROMANO, Maître de Conférences (HDR), philosophie contemporaine, métaphysique.
  • Jacob SCHMUTZ, Maître de Conférences, philosophie médiévale.
E eu não encontro o Maître de  Philosophie Socrátique...será que foi substítuido? Ou meteu baixa...

Vamos às couves!



Há muitos muitos anos, era Portugal um país de azinheiras, vinha e olival, entrecortado por girassóis e cearas alentejanas. As estradas, quando muito, debruadas a acácias, sem rotundas. Quando ouvi da boca do meu amigo, o impensável: palmeiras. Vou importar palmeiras do Egipto!
Palmeiras?
Vais ver...
Os solos estão a tornar-se arenosos. O clima a aquecer. A construção a disparar. Vai ser preciso embelezar. Com coisas que não precisem de grande manutenção e encham o olho
O resto do jantar decorreu normalmente, que é como quem diz, numa derivação constante, comigo a tentar acompanhar o cérebro visionário do meu amigo.
Esta semana jantámos. A crise...os vários sectores.. todos em  passada galopante e, uma certeza:
Hortícolas!
Hortícolas?
Vais ver...
Já sem a menor dúvida ouvi a pergunta:  em  alturas de crise e não havendo muita massa... o que é que achas que as pessoas comem?
Pois pouco...
Não: sopa!

Não vale a pena correrem. A estratégia  já está montada, o negócio, florescente. Aqui e além fronteiras. Não posso revelar o segredo que é alma de qualquer bom negócio.
Podem-se sempre sentar em baixo de uma qualquer palmeira à espera que a brise vos ilumine
É de gente com este espírito, que se faz futuro!





Divas Pop




sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Ano Europeu do Voluntariado



Para muitos, a passar, completamente despercebido, 2011 é o Ano Europeu do Voluntariado.
Uma "efeméride" que pouco ou nada acrescenta ao trabalho dos milhares de voluntários que todos os dias contribuem para fazer a diferença.
Mas, que pode ser uma chamada de atenção, para quem nunca experimentou.

O voluntariado não é sempre complicado, exigente, ou muito "duro". A requerer experiência e traquejo. Há-os que o são, é certo. Mas também pode ser, aquilo que se quiser e puder. À medida das possibilidades de cada um.

Embora não, ainda , tão organizado como noutros países, o voluntariado em Portugal, já fez muito caminho. E, oferece escolhas...para os que não tiverem medo de arriscar. É que depois, uma vez voluntário, é difícil, parar. Cria dependência. Uma dependência saudável, que nos ajuda a relativizar os problemas e a olhar a vida, com mais apreço.

Só há uma regra de ouro: recebe-se infinitamente mais do que aquilo que se conseguirá algum dia dar!