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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Euro notícias e pão com manteiga

Cada vez mais as notícias chegam aos solavancos...e de manhãzinha. Servidas ao pequeno almoço.
Ontem o Governo de Atenas queria fazer um referendo. Durante a noite, uns pozinhos de perlimpimpim decidiram que era em Dezembro.
Quase sempre acordamos com notícias fresquinhas, que se colam a outras, sorrateiramente, numa dança de bruxas pela noite fora...enquanto a Europa dorme. Ou finge que dorme. Ou tenta adormecer...essa é a parte que ainda não sabemos.
Mas que chegam de manhãzinha, lá isso chegam. Sem sombra de dúvida!
É que dantes, as coisas parece que aconteciam pelo dia fora...caía uma ponte,  era sem hora marcada. Havia um incêncio, interrompia-se o jantar...
Claro que continua  a haver incêndios, sem hora marcada.
Mas as Euro notícias são diferentes. São madrugadoras. A "bomba" do dia,  seja ela qual for é sempre acompanhada do pãozinho com manteiga...
Ora agora,  vá-se lá saber porquê...


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Casamento Europeu



A coisa começou em festa e prometia.
Mas a pouco e pouco, uma estranha paz, começou a apoderar-se do marido, a par da resignação, tão comum. E, tão ineficaz, do sector feminino.
Se os países mais poderosos, se foram "instalando", com uma ou outra escapadela. Das mais que muitas alternativas, em ascensão, a precisar de apoios solícitos,
Os menos protegidos pela sorte, optaram pelo ar sériozinho de mulher surda cega e muda...
O tempo foi passando...
Um ou outro empolgamento ocasional, não salvaram a Europa do que ela é hoje: Uma relação desgastada em que já ninguém reconhece em ninguém, a capacidade para construir nada próximo da felicidade. Antes pelo contrário...o outro é visto com desconfiança: ou porque dá demasiada abertura aos emergentes...de quem há que "acautelar" por definição. Ou porque de tanto acomodamento, já não se atura ...
Os pequenos lá continuam , caladinhos e de orelhas moucas, à espera de uma oportunidade de ouro, para uma paz menos sensaborona. Ou, de uma gota de água que levante a tampa da panela, que assobia para o lado, baixinho, de tanta pressão...
Cá para mim, isto resolvia-se com mútuo consentimento. Quando não, vai acabar tudo em litigioso e  os advogados é que levam a  maior fatia...sobretudo se contratados a montante. (alique-se-lhe a taxa variável de juros compostos) 




segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Comboio de uma linha só



O governo decidiu, está decidido!
É quase como um voltar aos velhos tempos do "testemunho" com o Douro à vista.
Para fazer face aos custo...o TGV avança...mas numa linha só.
Agora é escolher: ou se vai, ou se volta.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Bailinho da Madeira



Na extraordinária performance daquela senhora que um dia se foi com uma malinha de cartão e veio de lá com...um milhão. Não se sabe muito bem como nem porquê, mas isso é o que menos interessa.

O que reza para a história é que saldou as dívidas todas e ainda fez umas extravagâncias na baixa (na altura não havia centros comerciais)

Fica aqui o meu humilde contributo para a multiplicação do que houver a multiplicar, em estilo e em força, por forma ao bailinho não ter como consequência uma nova Atlântida.
Não batam é com muita força com as botas no chão...

domingo, 28 de agosto de 2011

Estados Unidos da Europa

A ministra do Trabalho alemã, Ursula von der Leyen, considera que a crise pode ser superada com a criação dos "Estados Unidos da Europa".

Onde é que já passou este filme?
Que passou, não tenho a menor dúvida. Mas não me lembro onde...
Como no cinema, o filme propriamente, só vem a seguir a uma séria de porcarias a que ninguém presta atenção...primeiro, vão tentar impingir a versão "Heidi".
Ide comprar pipocas! Balde grande!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Garotos, garotices e garotadas

Só me ocorre um frase: garotos, garotice e garotada. Esperemos que amanhã, o dia de trabalho da Assembleia da República seja mais produtivo. Afinal é para trabalharem que lhes pagamos.
Esteve mal Passos Coelho numa escolha que se adivinhada desastrosa, mas já sem tempo de desonrar o compromisso.  Esteve pior Fernando Nobre na não retirada a tempo da candidatura. Afirma-se Paulo Portas, tal como se esperava.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Coelho

E agora como é que a Senhora Merkel vai chamar o primeiro Ministro de Portugal: Passôs ou Coelo?
É que o som "lhe" não existe, para a totalidade da Europa...
Depois do Rosé Siocrates, temos agora uma profunda incógnita pela frente. O que não vai deixar de ter a sua graça nos telejornais.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Interlúdios políticos II

Sondagens à boca do lombo de porco com batatinhas e dos bifinhos com champignhons de hoje: um subiu um bocadinho e outro desceu um bocadinho. Não interessa nada qual  nem o quê. Resultado: empate técnico, apadrinhado pelo licor...esse mesmo.

Parece que os bonés estão na moda e os quadros do Cesariny também.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Interlúdios políticos I

A  esta hora a ronda pelos blogues é pouco produtiva...ou estão no lombo de porco com batatinhas, ou nos bifinhos com champinhons : as sondages seguem dentro de momentos, apadrinhadas pelo licor beirão

domingo, 13 de março de 2011

Festa na Avenida

A geração à rasca saiu à rua. Irreverente, divertida, como se esperava, mas ordeira. Saiu e levou com ela muito mais gerações. Algumas acabrunhadas, ficavam-se pelas laterais. Outras, mais afoitas, erguiam a cabeça e compunham o cortejo, pelos filhos, pelos netos, ou tão só pelas recordações, de outras lutas.
Desta manifestação, uma ideia a reter: o descontentamento.
Não se tratou de uma manifestação "organizada" à maneira tradicional, com palavras de ordem e um fim específico. Foi mais uma festa, em que se chamou a atenção para a crise que afecta os portugueses: os jovens e os menos jovens.
Algum aproveitamento politico, mas não tanto como vaticinei.
Resta  perceber o rumo. Quais as ideias válidas, as alternativas, que possam surgir daqui...porque é afinal isso que importa.

Esta é sem dúvida a geração mais preparada. Mas é simultâneamente a mais exigente. Fruto do boom económico dos anos oitenta, foi orientada para um consumo excessivo e para uma ambição que terá pouco a ver com as reais potencialidades do país. Isso esteve patente nas múltiplas máquinas fotográficas, telemóveis, Ipods, Ipads topo de gama, com que muitos dos manifestantes se muniram.
Não sei até que ponto não criámos, nesta geração, expectativas  que não se coadunam muito com os tempos que vivemos...

Aguardemos as ideias.



as fotografias foram cedidas daqui http://janpfm.blogs.sapo.pt/

terça-feira, 8 de março de 2011

A Preto e Branco e a cores


Na realidade, um carro encarnado circula. Pode ser em qualquer ponto do mundo.
Por detrás, um filme mudo, a preto e branco, que pode mudar o rumo de todas as estradas e, de todos os carros que circulam. De todos aqueles que ainda acreditam em movimentos civicos de cidadãos...fala-se numa geração à rasca. Essa, em tons berrantes. Mas não se fala nos filmes mudos, que normalmente se apropriam da insatisfação...

(A fotografia foi tirada em S, Paulo, Brasil, na Av. 23 de Maio e retrata um grafitti.
É da autoria do fotógrafo Mário Castello)




quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Berloques


Usaram-se, deixaram de se usar, voltaram a usar-se e agora, fui dar com uma montanha deles, todos desirmanados a acotovelarem-se no armário...sem noção nenhuma, aparentemente... Ai desculpem, era sem moção nenhuma. Noção eles já não tinham, mesmo quando ainda estavam, vagamente, na moda.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A Revolta árabe e o Pan Arabismo

Comum à maioria das bandeira dos países árabes, estão estas 4 cores. Símbolos do Pan Arabismo.
O preto, representa o profeta Maomé.
O branco, foi escolhido pelo primeiro califado da dinastia Omíada, em homenagem à batalha de Badr.
O verde, como símbolo de apoio a Ali Ibn Talib, o 4º Califa depois do profeta.
O vermelho como côr dos Kharijitas, o primeiro ramo do islão.

Muito se fala do Egipto. Pouco do guardião do golfo de Aden: o Iémen. O mais problemático de todos, os que partilham estas cores.
Ainda menos, do país que poderá ser, uma vez mais, a chave de todo o problema: a Jordânia.
Aquele que é por "tradição" o último reduto da não violência, nas mãos de um Rei, que acaba de substítuir, esperemos que atempadamente, o seu primeiro ministro e parte do governo. Em resposta a uma população maioritariamente Cisjordana e muito jovem. Com um recado expresso : Marouf al Bakhit, terá que que governar atendendo a "um aumento da participação popular nas tomadas de decisão". Incontestado, pelos líderes da oposição, ouvido por israelitas, americanos e pelos muitos refugiados que procuraram a jordânia para viver,  o Rei Abdullah, prepara-se para entrar na história. Esperemos, que seja capaz!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O Gigante acorda lentamente

Nas ruas do Cairo, a mudança instala-se.
Entre vivas e orações, pede-se a democracia. Mas que democracia? Não será certamente a cópia torpe de um "modus vivendi" ociental. Menos ainda, certamente,  do American way of life, em estilo de exportação...
O mundo islâmico está na rua, à procura de uma identidade...



Grupos de manifestantes deslocam-se pelo centro do Cairo. Inspirados pela Revolução do Jasmin, que derrubou o ditador da Tunísia Zine el Abidine Ben Ali após 23 anos no poder, milhares de jovens tomaram as ruas de diversas cidades do Egito exigindo a renúncia do ditador Hosni Mubarak, há 30 anos no comando do país Leia mais