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sábado, 24 de setembro de 2011

As coisas invisíveis


Há que escolher! Rápido!
As primeiras são de correias, ensebadas à antiga, com muitos quilómetros e algumas escorregadelas.
As segundas são à prova de tudo. Menos de esforço. Adaptam-se bem ao  terreno, qualquer que ele seja, desde que seja plano e, são impermeáveis de origem. Alijar com um  kilo de bota em cada pé  é que é muito mau. Sobretudo para quem não tem assim tantos.
As primeiras , escorregam pela erva abaixo que é um dó...e agora há muita folha...
Mas porque é que eu não comprei daquelas giras, em "tom camel" que servem para estar quieta, visto que não são à prova de nada e ficam um nojo assim que entram num terreno qualquer? Eram essas que eu tinha que comprar!

Quem sabe se é melhor deixar funcionar com a tal intuição feminina...e,  levar todas! E depois...logo se vê.
Os homens, nestas alturas, enchem uns sacos hiper práticos, de vento, e as botas acertadas! O meu, está cheio de tudo...e de nada. Sendo que nem sequer e prevêem coktails e afins...mas é isto: os armários não têm nada lá dentro! Não sei como é..mas não têm nunca nada lá dentro. Ou se têm é tudo invisível!

7 comentários:

  1. É sempre assim achamos que nada há dentro dos armários ...
    Fico com as duas e pronto.
    Abraço

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  2. Lucia e Olinda,

    têm razão. De uma forma ou de outra é sempre assim. Mas as botas ficam com os temperos dos sítios por onde passam.

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  3. Sorriso... É sempre difícil escolher e ter o que almejamos na hora certa!
    Eu cá prefiro as da direita com passo de ballet. Embora as outras também sejam giras. :)
    Abraço!

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  4. Ana,

    Também prefiro as da direita. São botins de correias, com muitas e boas recordações.
    Há coisas que não mudam, são intemporais. Apesar das escorregadelas :)

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  5. VMM de Souza,

    O gato das botas ou muito me engano ou era mais botas e menos gato.

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