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domingo, 21 de agosto de 2011

Salta. Vai... corre!

Salta  vai...corre!
Pula, dança,
Sem te afastares da lembrança,
Do amor, que nunca morre.

Salta duas vezes.
E nas duas, já te alcança,
O temor que te balança,
Em querer mas sem crer,
Viver a vida...
Sem voltar a perder.

Pula então, de emoção.
Dá-te o riso, 
A destemperança.
Aquilo que eu sei de ti...
Nos saltos da vida que vi,
Sempre a roçar a esperança.

Vai , corre, alcança.
Porque a vida, na balança, 
Se vive, para se alcançar.

O tempo urge. 
Nesta dança....
Todos temos,
Que dançar.

Não tenhas medo...
Eu sei.
Não é ainda,
Altura de voar!

(a fotografia é do fotógrafo Mário Castello)





6 comentários:

  1. magnífico poema, é de V.Exª?

    Luis Bernardo

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  2. É sim Luís Bernardo, Obrigada.
    Tudo o que publico sem remissão para autor é sempre meu.

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  3. Se não existisses tinhas mesmo que ser inventada.

    Margarida

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  4. Margarida, reenvento-me todos os dias. Sou uma sobreviente e ainda por cima com uma tendência danada para ser feliz. Dé lá por onde der.

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