Os despojos da noite
Deixei-os entregues à lua,
De fim de festa,
E a lua foi-se, a dançar…
Ficou o vermelho: vivo, ardente, suspenso...
De um beijo de organza,
Entre esta terra e o ar
O amarelo de riso,
Feito na cor do limão.
Rosa, balanço esquecido,
De um corpo,
Entre a minha, a nossa alma,
E a cor branca do chão.
E de todas as cores que se fez,
Essa noite de riso azul de poente,
Ficámos para sempre
Feitos de ar,
De cor e de gente…
Fotografia: Pedro Soares de Mello
Deixei-os entregues à lua,
De fim de festa,
E a lua foi-se, a dançar…
Ficou o vermelho: vivo, ardente, suspenso...
De um beijo de organza,
Entre esta terra e o ar
O amarelo de riso,
Feito na cor do limão.
Rosa, balanço esquecido,
De um corpo,
Entre a minha, a nossa alma,
E a cor branca do chão.
E de todas as cores que se fez,
Essa noite de riso azul de poente,
Ficámos para sempre
Feitos de ar,
De cor e de gente…
Fotografia: Pedro Soares de Mello
como um conto de "lua vaga"...
ResponderEliminar... e gente ao fundo.
gostei muito.
beijos
A lua sempre vaga e as gentes sempre ao fundo...
EliminarObrigada herético
Para lá do azul
ResponderEliminara noite espreita
Às vezes , a noite, rouba-lhes umas pinceladas azul, ao dia, ao céu e ao mar.
ResponderEliminarObrigada Mar Arável.